Até Cusco na kombi voadora!

4 04 2013

O último dia em Lima foi bastante comprido. Logo cedo fomos até o sítio arqueológico de Pachacamac, sempre na companhia de Vittorino, que dessa vez levou Joséo Luís, seu mentor de fotografia para explorar as ruínas. O lugar fica a quase 30 kilometros ao sul do centro de Lima, é uma área enorme, portanto ir até lá sem carro nao é uma boa ideia, pois isso significa andar muito sob o sol e com poeira para tudo quanto é lado, demos sorte de estarmos de carona. A entrada sai por oito soles para adultos. Ali encontras-se um complexo de templos de tres povos distintos (Incas, Ycshma e Lima). 

Dali seguimos mais ao sul para almoçarmos em um restaurante perto da praia El Silencio. Comi chicharrón de chancho, e a Adriana manteve o foco no ceviche. Depois descemos até à beira-mar para algumas fotos. No retorno fomos tomar uma chá na Delicas (embaixo do supermercado Wong do parque Kennedy), vale a pena para um fim de tarde relaxante (recomendo o chá enchanted orient que leva mate e chá verde).

De volta ao hostel, ficamos bebericando a cerveja feita pelo dono do lugar, a Dragon Belgian Ale, acredito que só no DragonFly é possível comprá-la. Provamos também uma puro malte feita em Lima chamada Tres Crucisis, muito boa, a melhor que provei no Peru até agora. 

Às 1am em ponto o taxista nos pegou na porta do albergue e nos levou até o aeroporto. Aqui no Peru, é preciso estar duas horas antes do voo para o check-in, e o nosso com destino a Cusco saía às 5h10 am. O problema maior nos aeroportos peruanos é o fato de que as companias nao avisam das partidas no microfone, somente na hora do embarque, já no portao definido, por isso tem que ficar ligado, o difícil é fazer isso estando quase 24h sem dormir.

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Aviao da LC Peru com capacidade para 18 passageiros.

Escolhemos ir de LC Peru, que era o mais barato, US$70 dólares o trecho, e nem no mais delirante dos meus sonhos imaginaria no que estaria por vir. Logo na fila do embarque estranhei a quantidade de passageiros, apenas 15. Entramos em um onibus para nos levar até a aeronave, só que rodávamos por toda o pátio e nada de chegar, até carcaças de avioes eu vi. De repente chegamos e me surpreendi com o tamanho do bicho, era praticamnte uma kombi com asas, só faltava alguém gritando na porta (Rio das pedras, Freguesia tem lugar sentado!). Entrei e vi que o voo estaria quase lotado, já que a capacidade era de 18 pasageiros.

Mas o melhor era a aeromoça, a mais entediada que eu já vi. Fez a demontraçao dos dispositivos de segurança com a maior cara de nojo, e o discurso era vomitado de uma forma que era impossível de entender tanto a versao em espanhol quanto a em ingles. Eu já estava vendo a ahora que ela diria ¨Em caso de acidente bem feito para vocês, o mundo ficaria melhor assim!¨

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Eu comendo o Cuy al horno, uma espécie de porquinho da Índia

Ao baixarmos em Cusco sai do aeroporto com a Adriana driblando os inúmeros taxistas incovenientes que ficam se oferecndo, tal como as meninas da Vila Mimosa. Logo do lado de fora, conseguimos um e preço justo, oito soles. Ao chegarmos na pousada Casa de Mi Abuelo (calle nueva alta, 785) fomos muito bem recebidos. Descansamos bastante e saimos para almoçar. Encarei um cuy al horno, uma espécie de porquinho da Índia, bem interessante o sabor. E também provei, finalmente a chicha de Jora, bebida fermentada de milho feita mastigando os graos e cuspindo de volta para deixar curtir. 

 Aqui encontramos um casal amigos da Adriana, o Roni, que trabalha com ela, e sua namorada Taissa. Apresentamos o pouco que sabíamos da comida peruana, e pela noite fomos ao encontro semanal do Couchsurfing local. Tomamos uns pisco sour, conhecemos gente bacana e voltamos para a pousada e dormimos o sono dos justos, pois no dia seguinte começaríamos a explorar os sítios arqueológicos daqui.

Até a próxima.





Comer, beber e andar.

2 04 2013

Lima me surpreendeu positivamente. Tao grande e movimentada como Sao Paulo e superlimpa como Curitiba. Nossos primeiros dias tem sido de muita atividade, e tem gente que diz que nao tem nada para fazer na capital peruana, mas eu poderia escrever um calhamaço para provar o contrário (podem ficar tranquilos que este post tem tamanho padrao).

Bom, acordamos já com a missao preparada, Vittorino, um membro bastante participativo do CS Lima, nos buscou na frente de nosso hostel (detalhe que era um SUV tinindo de novo e com ar-condicionado bombando – nem nos meus sonhos poderia imaginar transporte melhor por aqui). De lá seguimos para o centro histórico da cidade onde encontramos Pedro e Cynthia, ele do CS local, ela uma argentina de Mendoza, e fizemos nosso “walking tour”.

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batatas doces fritas

Como era domingo de Páscoa tivemos a sorte de encontraer todas as igrejas mais importantes de portas abertas, o que segundo Vittorino, nao era comum (ponto pro time do coelhinho!). A Catedral de Lima e a Iglesia de San Pedro tem detalhes de madeira muito interessantes, e seguem um pouco o estilo barroco das igrejas brasileiras. E por falar em arquitetura, o que mais me chamou a atençao pelas bandas de cá foram os balcoes talhados em madeira bruta que figuram em quase todos os prédios antigos, muito bonito.

Dali, seguimos andando até o museu da Inquisiçao (Calle junin, quadra 1) onde fizemos uma incursao nas sinistras formas de tratar os hereges durante o domínio espanhol. Atravessar as passagens secretas do edifício, esgueirando-me por valas e túneis minísculos foi uma experiência e tanto.

Na sequência, um petisco de rua, um saquinho de batatas doces fritas pra comer. Neste momento uns sons diferentes começam na rua próxima, ao chegar lá, um “pasa calle” estava acontecendo, um desfile de grupos folclóricos de todas as partes do Peru, um mix de desfile de escola de samba com maracatu! O passeio continuou pelo mercado municipal (a versao peruana do Mercadao de Madureira), bairro Chinês e suas chifas (restaurantes de comida chinesa e preços baixos), e entao rumamos para a casa do Vittorino para uma aula de Pisco Sour, e, vou falar uma coisa, a versao peruana é melhor que a chilena (#prontofalei).

Já eram quase 4pm e nada de ceviche, tínhamos apenas beliscado no Bar Cordano (Jirón Carabaya, 103), onde comemos o Tacu-Tacu (fritada de arros com feijao) e Papas a Huacaina (batatas com um creme feito de ají amarillo, uma pimenta regional). A fome já batia a nossa porta e as duas doses de Pisco Sour já dava uma alegria nas pernas, era hora de almoçar. Fomos a um huarique (restaurantes de frutos do mar e preços camaradas) onde derrubamos um mega-prato de ceviche misto (pense em todos os frutos do mar), foi um momento de extrema felicidade ver aquela pequena montanha de camaroes, pedaços de pescado, lula e polvo numa suruba banhada a limao, pimenta e coentro sob uma cobertor de cebolas roxas e milho gigante! Que beleza!

Depois disso, fomos de volta à Miraflores, ver o pôr-do-sol, e caminhar mais um pouco. Ao chegar no hostel, só tivemos tempo de um banho antes de sermos nocauteados por um sono que veio como uma tsunami.

Vittorino, Cynthia, Adriana e eu provando o pisco sour tipicamente peruano.

Vittorino, Cynthia, Adriana e eu provando o pisco sour tipicamente peruano.

Na segunda, dia 1º de abril, a única preocupaçapo que tive foi, onde comeria mais ceviche. Eu e a Adriana caminhamos a manha toda sozinhos, visitamos a Huaca Pucllana ( um museu a céu aberto que abriga uma pirâmide construída pela civilizaçao Lima para atos religiosos e adoraçao das divindades Mar e Lua – de quarta a segunda, s./12,00 preço do ingresso com direito a tour de 40 minutos).

Na sequencia reencontramos o Vittorino que nos levou até Barranco, bairro boêmio de Lima recheado de bares. Ali visitamos o Rustica, um restaurante especializado em comida típica peruana e com buffet liberado por s./32,90, uma perdiçao.

De Barranco descemos até a praia, em Chorrillos para fotos incríveis dos paredoes arenosos que marcam a paisagem limenha. Fomos atéo o penhasco conhecido como Salto do Frade, onde, conta a lenda, uma monge se arremessou ao mar para alcançar o barco que levava sua amada embora em direçao ao Chile, os dois viviam um amor proibido. No local, um doido vestido com um hábito franciscano se joga do alto da pedra, a uma altura de 15 metros, em troca de umas moedas.

ceviche grande

Ceviche no huarique.

Ao fim do dia, depois de andar um montao, fazer tour até em supermercados (é sempre divertido!) eu e a Adriana provamos a cerveja feita pelo dono do hostel que estávamos, uma belgian ale bem suave, com menos lúpulo que o encontrado neste estilo e com 5,5% de graduaçao alcólica, s./9,00 a garrafa, achei bem justo. Para jantar, peito de frango na brasa com arroz e pure de abacate. Voltamos ao hostel para recuperarmos as energias, porque o dia seguinte será dia de praia!

Até o próximo.





Meio-dia/meia-noite

1 04 2013

Finalmente chegou o dia. Como de costume comecei a arrumar a mochila faltando pouco mais de uma hora para sair. Fiz um check list e, de acordo com  a Adriana, eu estava “viajando” ao arrumar as coisas, pois nao havia necessidade de levar quatro regatas, e duas bermudas e nenhuma camisa de manga comprida. Bom, como nao se discute com quem tem um palicativo de previsao do tempo nas maos, modifiquei a minha bagagem. 

Saimos por volta do meio-dia e pegamos o ônibus expresso para o Galeao (RS$12) e rapidinho chegamos. Check-in feito e bagagens despachadas fomos almoçar em pleno Aeroporto. Aí rolou uma tensao por minha parte, tive a sensaçao de que teria o meu bolso prontamente violentado por preços exorbitantes, mas para a nossa alegria (sim, usei esse torcadilho) os restaurantes tinham preços similares a qualquer outro estabelecimento do centro do Rio. Escolhemos o Spoletto.

Após comer, embarcamos e fizemos o primeiro trecho atè Guarulhos. Chegando lá, nao demoramos até estarmos novamente no salao de embarque. Ali, comecei a observar o pessoal que viajaria conosco, e fiquei impressionado como o Peru virou um destino tao procurado. 

Chamaram nosso vôo, e logo reparei em três indianos, inclusive um deles era sikh, e, sem preconceitos, mas ao passar por eles o cheiro característico começou a se espalhar pela fila. A coisa ficou pior lá dentro. Pela primeira vez na vida vi uma aeromoça espalhando bom-ar pelos corredores do aviao, contrangedor. Pelo menos ficamos longe do futum. A LAN, empresa que nos levou até Lima tem um ótimo serviço de bordo, o jantar estava uma delícia, escolhemos o frango com cogumelos e arroz. 

Após cinco horas de vôo chegamos no Aeroporto Jorge Chaves. Lá tínhamos um taxista enviado pelo DrgonFly Hostel (Av 28 de julio, 190) que nos levou rapidinho e com conforto e segurança por s./55, metade do preço oferecido pelas companhias de táxi. Descemos do carro num turbilhao de sono e fome. Deixamos as coisas no hostel e caminhamos três quadras até o Parque Kennedy, o coraçao boêmio de Miraflores. O primeiro resturantes que vimos aberto era um bar Brasileiro, com televisores passando o show do Thiaguinho, eu olhei para a Adriana e nem precisamos nos falar para saber que deveríamos procurar mais um pouco.

Eram quase 2am no horàrio local, mas tivemos a sorte de encontrar a La Lucha Sangucheria, uma lanchoente que serve sanduiches típicos peruanos, todos com carnes feitas na brasa. Eu fui de jamón del país (uma suculenta fatia de pernil com molho picante e cebolas roxas), enquanto Adriana ficou com o pollo a la leña (franco na brasa). Para beber, suco de abacaxia  com laranja e morango, tudo isso por s./34. Voltamos satisfeitos e prontos para o sono dos justos.

Até mais!





Uma viagem do Peru!

29 03 2013

Um dia eu tive a pretensão de manter este humilde quinhão que me pertence na rede mundial de computadores atualizado semanalmente. E como a vida não é fácil para ninguém, é óbvio que não foi bem assim que aconteceu. Eu juro que lutei contra a preguiça, queria ter contado as aventuras em Salvador e outras estripulias no Rio Grande do Sul, mas a carne foi fraquíssima e passei muito longe do teclado do computador, nem sequer uma mísera anotação em um guardanapo eu fui capaz de fazer. Pois bem, eis que agora tomei vergonha na cara e retomo as rédeas desta bagaça para relatar, daqui pra frente, o que rolar em meus vinte e poucos dia no Peru, o coração do Império Inca.Imagem

 

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Pequenas dicas para compra de passagens aéreas

1 04 2011

Olá! Eu sei, faz tempo que não escrevo nada aqui. Mas muitos fatores juntos causaram essa longa ausência. Daqui pra frente prometo ser menos relapso. O tema de hoje foi inspirado por uma descoberta aleatória fazendo minha pesquisa de rotina sobre preços de passagens aéreas para destinos mundo a fora. E percebi que nunca falei sobre as ferramentas de busca, embora hoje todos tenhas seu site de busca favorito eu resolvi falr um pouquinho de três. Um que suso sempre, um que descobri recentemente e outro que descobri por acaso e é específico para uma mega-viagem. Vamos a eles!

 

O primeiro é o site Submarino Viagens. É um site de buscas nacional e até hoje foi o que mais usei. Tem uma navegabilidade muito boa, fácil de manusear e ainda organiza os resultados sempre começando pelo mais barato. Nele é fácil refazer as pesquisas mudando detalhes.

 

O segundo é o Momondo. Esse é um site internacional, no caso do link é a versão em português. O mais bacana do momondo é que ele te traz um panorama de preços das datas próximas, dentro de quinze dias aproximadamente, assim é possível ver os preços mais em conta nas datas próximas de sua viagem, fica melhor pra planejar.

 

O terceiro é o One World Planner. Como o nome já diz é pra planejar uma viagem de volta ao mundo. Lá você tem o mapa-mundi e tem a possibilidade de montar seu próprio roteiro. É quase um game. Dá para brincar com as rotas e ter idéia de quanto ficam os preços. Existe ainda uma legenda, pois as regras de conexão são expostas e facilita a montagem do roteiro, que não precisa ser necessáriamente de volta ao mundo.

 

Espero que sejam úteis essas dicas! Em breve novidades, já que abril será um mês corrido de viagens pra mim, na segunda quinzena estarei em Salvador e em Porto Alegre e trarei dicas dessas duas grandes capitais brasileiras.





Grande Pechincha – capítulo V – Cambodia

21 12 2009

Angkor Wat no pôr-do-sol

Olá! Completando a primeira leva sobre destinos incríveis por preços impressionantes chega ao fim com o Cambodia, país do sudeste Asiático conhecido pelo gigantesco templo de Angkor Wat, resquício da antiga civilização khmer.

E assim como o Vietnã, o pequeno cambodia custa caro para se chegar lá, mas uma vez no país os prços se arrastam no chão. Na cotação de 21/12/2009 o Riel, moeda local está bem desvalorizada e com um Real brasileiro é possível comprar 2329,92 de Riel comdiano, ou seja, uma fortuna pra eles.

Para chegar na capital Phnom Penh há vôos saindo de São Paulo por R$4475,11 pela Air France com escalas em Paris e Bagkok. Saindo do Rio de Janeiro fica bem mais barato R$3565,07 vôo da Korea Air com escalas em Nova York e Seul. Lembrando que os valores pesquisados não incluem as taxas e são para vôos com partida em primeiro de abril e retorno dia 30 do mesmo mês em 2010.

A hospedagem nas principais cidades também tem preços irrisórios. Em Phnom Penh uma noite em um dos melhores albergues sai por R$5,64, mesmo preço aplicado para Siem Reap, quartel general para os turistas interessados em visitar as ruínas de Angkor Wat. No balneário de Sihanoukville preços a partir de R$7,52 e em Kampot também ao sul do país uma noite pode custar R$8,00.

O Cambodia tem como principais meios de transportes barcos e ônibus. Sendo que o segundo é o mais barato e mais prático. Da capital para Siem Reap são 6 horas de viagem com a passagem por R$6,90. Descer até o litoralem Sihanoukville são 4 horas de duração e o bilhete custa R6,50. Até Kampot são 3 horas de estrada e custa R$5,15.

A capital Phnom Penh

As entradas para o complexo de Angkor existem três tipos de bilhetes para 1, 3 ou 7 dias, com preços respectivos de R$35, R$70 e R$105. Como em outros países da região no Cambodia a alimentação é muito barata. O preço médio das refeições nos restaurantes varia de R$1,75 a R$6,00, o problema é não cair em tentação e comer além da conta.

Por hoje é só! E como eu sempre digo este guia não se trata de dicas com atrações no país e sim é feito para quemvocê tenha idéia dos preços e possa planejar sua viagem e dismistificar a questão de que para viajar pelo munbdo a fora não é necesário estar nadando em dinheiro. Até a próxima!





a Verdade sobre a Síria

18 12 2009

Umas das mesquitas da capital Damasco

Olá! Eu estive enfrentando certas dificuldades para encontrar inrofmações sobre a Síria. A princípio eu escolhi este país do Oriente Médio entre uma das boas pechinchas turísticas por ter escutado um colega de viagens dizer  como tudo era barato. Seguindo algumas informações do Benji (americano que conheci na Bulgária) resolvi colocar a República da Síria na minha lista, mas descobri que  não existem muitas informações, ou pelo menos não são tão simples de encontrar. Mas de qualquer forma consegui alguma coisa e aqui vai…

Em primeiro lugar a passagem aérea, é claro. E se levarmos em consideração os preços do mercado em geral, atravessar meio mundo até o Oriente Médio não é tão caro. De São Paulo existe um vôo para Damasco da parceria da TAM com a British com escala em Londres que sai por R2158,36 sem taxas. Se você sair do Rio fica um pouquinho a mais R$2231,43 que vai primeiro em Guarulhos e depois segue o mesmo itinerário até a capital síria.

A hospedagem mais barata fica a cargo dos pouquíssimos albergues do país, apenas três cidades possuem este tipo de estabelecimento. E a única ferramenta na internet que consegui alguma coisa foi o hostelbookers e lá você pode reservar camas em Aleppo (R$19,00), Palmyra (R$28,00) e a  capital Damasco (R$28,00). Há também hotéis convencionais e a possibilidade de ficar hospedado pelo couch surfing.

Ruinas em Palmyra

A locomoção interna no país é um pouco diferente do que estamos acostumados aqui. A principal forma de cruzar as distâncias entres as cidades são van e microônibus que não possuem quadro de horários definidos, simplesmente esperam lotar pra partirem. É barato, mas nem sempre seguro e confortável.

A melhor época para visitar a região é de abril a setembro. Mas o verão pode ser quente demais (julho a agosto). A comida lá também é destaque em relação a preços baixos, mas isso varia de onde você estiver, um restaurante ou barraquinha na rua.

Bom isso é tudo que consegui sobre a Síria em relação a valores, não é nada, não é nada, mas já é alguma coisa (hehehe). No próximo post Cambodia!