Grande Pechincha – capítulo V – Cambodia

21 12 2009

Angkor Wat no pôr-do-sol

Olá! Completando a primeira leva sobre destinos incríveis por preços impressionantes chega ao fim com o Cambodia, país do sudeste Asiático conhecido pelo gigantesco templo de Angkor Wat, resquício da antiga civilização khmer.

E assim como o Vietnã, o pequeno cambodia custa caro para se chegar lá, mas uma vez no país os prços se arrastam no chão. Na cotação de 21/12/2009 o Riel, moeda local está bem desvalorizada e com um Real brasileiro é possível comprar 2329,92 de Riel comdiano, ou seja, uma fortuna pra eles.

Para chegar na capital Phnom Penh há vôos saindo de São Paulo por R$4475,11 pela Air France com escalas em Paris e Bagkok. Saindo do Rio de Janeiro fica bem mais barato R$3565,07 vôo da Korea Air com escalas em Nova York e Seul. Lembrando que os valores pesquisados não incluem as taxas e são para vôos com partida em primeiro de abril e retorno dia 30 do mesmo mês em 2010.

A hospedagem nas principais cidades também tem preços irrisórios. Em Phnom Penh uma noite em um dos melhores albergues sai por R$5,64, mesmo preço aplicado para Siem Reap, quartel general para os turistas interessados em visitar as ruínas de Angkor Wat. No balneário de Sihanoukville preços a partir de R$7,52 e em Kampot também ao sul do país uma noite pode custar R$8,00.

O Cambodia tem como principais meios de transportes barcos e ônibus. Sendo que o segundo é o mais barato e mais prático. Da capital para Siem Reap são 6 horas de viagem com a passagem por R$6,90. Descer até o litoralem Sihanoukville são 4 horas de duração e o bilhete custa R6,50. Até Kampot são 3 horas de estrada e custa R$5,15.

A capital Phnom Penh

As entradas para o complexo de Angkor existem três tipos de bilhetes para 1, 3 ou 7 dias, com preços respectivos de R$35, R$70 e R$105. Como em outros países da região no Cambodia a alimentação é muito barata. O preço médio das refeições nos restaurantes varia de R$1,75 a R$6,00, o problema é não cair em tentação e comer além da conta.

Por hoje é só! E como eu sempre digo este guia não se trata de dicas com atrações no país e sim é feito para quemvocê tenha idéia dos preços e possa planejar sua viagem e dismistificar a questão de que para viajar pelo munbdo a fora não é necesário estar nadando em dinheiro. Até a próxima!





a Verdade sobre a Síria

18 12 2009

Umas das mesquitas da capital Damasco

Olá! Eu estive enfrentando certas dificuldades para encontrar inrofmações sobre a Síria. A princípio eu escolhi este país do Oriente Médio entre uma das boas pechinchas turísticas por ter escutado um colega de viagens dizer  como tudo era barato. Seguindo algumas informações do Benji (americano que conheci na Bulgária) resolvi colocar a República da Síria na minha lista, mas descobri que  não existem muitas informações, ou pelo menos não são tão simples de encontrar. Mas de qualquer forma consegui alguma coisa e aqui vai…

Em primeiro lugar a passagem aérea, é claro. E se levarmos em consideração os preços do mercado em geral, atravessar meio mundo até o Oriente Médio não é tão caro. De São Paulo existe um vôo para Damasco da parceria da TAM com a British com escala em Londres que sai por R2158,36 sem taxas. Se você sair do Rio fica um pouquinho a mais R$2231,43 que vai primeiro em Guarulhos e depois segue o mesmo itinerário até a capital síria.

A hospedagem mais barata fica a cargo dos pouquíssimos albergues do país, apenas três cidades possuem este tipo de estabelecimento. E a única ferramenta na internet que consegui alguma coisa foi o hostelbookers e lá você pode reservar camas em Aleppo (R$19,00), Palmyra (R$28,00) e a  capital Damasco (R$28,00). Há também hotéis convencionais e a possibilidade de ficar hospedado pelo couch surfing.

Ruinas em Palmyra

A locomoção interna no país é um pouco diferente do que estamos acostumados aqui. A principal forma de cruzar as distâncias entres as cidades são van e microônibus que não possuem quadro de horários definidos, simplesmente esperam lotar pra partirem. É barato, mas nem sempre seguro e confortável.

A melhor época para visitar a região é de abril a setembro. Mas o verão pode ser quente demais (julho a agosto). A comida lá também é destaque em relação a preços baixos, mas isso varia de onde você estiver, um restaurante ou barraquinha na rua.

Bom isso é tudo que consegui sobre a Síria em relação a valores, não é nada, não é nada, mas já é alguma coisa (hehehe). No próximo post Cambodia!





Grande Pechincha – capítulo IV – Vietnã

11 12 2009

a capital Hanói e suas ruas movimentadas

Olá! Como planejado continuo na série de lugares muito legais por preços irrisórios e desta vez tenho novidades que serão capazes de derrubar você da cadeira, pois o Vietnã é um mundo a se descobrir onde não se gasta quase nada.

Para começar vamos ao único item que realmente assusta: a passagem até lá. Para chegar a Hanoi, capital vietnamita há um vôo de parceria entre a British Airways com a Thai Airways saindo de São Paulo ou Rio de Janeiro, com conexões em Londres que custam “módicos” R$4694,07, mas a sangria desatada de dinheiro se encerra por aqui.

Uma vez chagando ao país do sudeste asiático a diferença cambial entre o Dongue (moeda vietnamita) e o real é abissal R$1,00 é igual a VDN$10.526,31!!! Com essa razão comer em restaurantes se torna a coisa mais fácil do mundo, refeições completa custam em média de R$1,40 a R$3,00. Num restaurante mais requintados os pratos principais não passam de seis reais e em lugares mais simples um lanche reforçado sai a sessenta centavos de real!!! E na maioria dos casos são estabelecimentos voltados para turistas e não oferecem riscos à saúde.

Algumas das 3000 ilhas da baía de Ha Long

As principais cidades para se visitar são: Hanoi, a capital e um dos lugares com as melhores atrações uma m]noite em albergue pode sair a aprtir de R$7,42; Ho Chi Minh, também conhecida como Saigon, é um centro econômico e uma cidade segundo o Lonely Planet, apaixonante, hospedagem a partir de R$13,92; hoi An um bom exemplo do passado vietnamita tem quartos a partir de R$12,38; Nha Trang, um balneário que bomba todo verão a noite sai por R$5,86; a Baía de Ha Long um paraíso na terra e patrimônio da humanidade tombado pela UNESCO com mais de 3000 ilhas tem hostels com preços a partir de R$12,99; e há ainda Hue, um centro cultural, religioso e acadêmico do Vietnã, quartos a R$9,28.

Para se locomover entre uma cidade e outra não faltam opções. O Vietnã é um pais alongado na costa da Indochina então as distâncias norte-sul são extensas e as leste-oeste são rápidas. Os ônibus são mais bratos. De Hanoi até a Baía da Ha Long são 3h30 de viagem com passagem por R$3,81. Se a opção for ir até hue são 12h de ônibus por R$7,60. Até Saigon é muito longe, mas aventureiros mais audaciosos podem enfrentar as 49h de estrada pagando R$30,40. De Saigon até Nha Trang são 11h e o bilhete sai por R$10,45.

longa faixa de areia em Nha Trang

Bom, em resumo é isso. O Vietnã concentra uma diversidade cultural incrível, uma história conturbada e uma gastronomia exótica. É claro que a intençaõ aqui foi apenas informar quanto custa ir ao Vietnã, o que fazer lá fica para um outro dia! A próxima pedida será a Síria! Até lá!





Grande Pechincha – capítulo III – República Tcheca

8 12 2009

anoitecendo em Stare mesto (centro antigo de Praga)

Olá! Continuando a série de viagens para destinos mais em conta chego ao lugar com melhor custo benefício da Europa, a República Tcheca. Com muita história, castelos medievais e uma das melhores cervejas do Mundo o país eslavo é destino cada vez mais em alta. E sua capital Praga está entre as 10 cidades mais visitadas no mundo. Eu que o diga, pois a visitei em pleno verão e vi por várias vezes hordas e turistas se espremendo para entrar na catedral gótica de St. Vittus e a famosa ponte Carlos apinhada de gente.

Sair do Brasil para a República Tcheca é uma das maneiras mais baratas para entrar na europa, ainda mais por fazer parte da região Schengen permite circular para qualquer lado do velho continente, pois Praga além de bastante badalada fica em ponto central com conexões para leste, oeste, norte e sul!

A melhor opção para chegar lá é o vôo TAM em Parceria com a Air France que sai tanto do Rio quando de São Paulo com escala de conexão em Paris, nos dois casos o valor para quem pretende viajar em junho é de R$1628,11 sem taxas incluídas.

cervejaria em Plzen

Chegando lá o transporte público é relativamente barato, o bilhete de duas horas sai por R$2,50,  e serve para ônibus, metro e Tram. Mas talvez nem seja preciso gastar muito dinheiro em transpote, pois as principais atrações da cidade ficam dentro de uma área que é possível percorrer caminhando, além de valer muito a pena para poder conferir melhor os detalhes de uma das cidades mais bonita do mundo.

Para hospedagem nas principais cidades tchecas não é necessário desembolsar tanto, os albergues são baratos e de grande qualidade. Em Praga eu fiquei por uma noite no Sokolska por R$16,75 mas é possível encontrar bons lugares com preços a partir de R$9,58. Outra cidade imperdível é a pequena Cesky Krumlov, onde existe  hostel com preços a partir de R$24,22, é possível chega lá de ônibus com passagem a R$15,00.

Catedral de Santa Bárbara em Kutná Hora

Catedral de Santa Bárbara em Kutná Hora

Outra grande vantagem na República Tcheca é o tamanho do país que permite fazer esticadas de um dia para conhecer outras cidades importantes como Plzen a uma hora de viagem da capital e com passagem de ônibus a R$14,oo ,onde é possível conhecer a principal cervejaria do País a Pilsner Urquell. Há ainda Kutná Hora, onde a catedral de Santa Bárbara e a igreja do Ossuário tiram o fôlego dos visitantes. Para chegar lá ônibus também, com passagem a módicos R$7,00.

E por último, mas não menos importante a gastronomia. Sendo mais específico a cerveja, orgulho nacional. Em um bar normal é fácil encontrar canecas de chopp 500ml a R$2,50. Em super mercados as melhores marcas de cerveja como a Kozel, a Pilsner Urquell e a Gambrinus que são vendidas em latas de 1/2 litro com preços a partir de , pasmem, R$0,70!

Recomendo a degustação das cervejas, mas cuidado para não se empolgarem com  o preço e amargarem uma monstruosa ressaca no dia seguinte. qulaquer coisa é só cair dentro dos pratos que tenham a palavra brambory, batata em tcheco, que são quase onipresente na culinária local. um bom pedido são as combinaçoes de queijo e batatas, mas tudo começa com sopa! Uma refeição completa em um restaurante típico em Praga sai por R$15,00! Então não perca a oportunidade de conhecer essa jóia européia e por enquanto que cabe em todos os orçamentos! até a próxima!

Cesky Krumlov vista do alto





Grande Pechincha – capítulo II – Egito

4 12 2009

a capital egípcia é uma metrópole moderna

Olá! Hoje o país em destaque é o berço de uma das civilizações mais antigas do mundo: o Egito! E vale muito a pena visitar um dos primeiros berços da humanidade. Os preços são bastante convidativos e nem precisa dizer que há um infinito de atrações na terra das pirâmides.

Para chegar lá exitem vôos para o Cairo partindo de São Paulo por R$3651,70 da Ibéria, ou saindo do Rio de Janeiro por R$3861,98 da Air France, ambos são ida e volta e não estão incluídas as taxas. Mas os preços altos páram por aqui. No geral o Egito é bem barato veja abaixo.

A hospedagem em albergue é a melhor opção. Na capital Cairo preços a partir de módicos R$7,00! E fica mais barato ainda em outras cidades como Luxor que uma noite sai por R$5,00. Outras cidades imprescindíveis em um tour egípcio são Aswan um dos pontos mais importantes ao longo do rio Nilo(R$9,00 por noite), Dahab na beira do mar vermelho onde exite o fenômeno do “buraco azul” (R$13,27) e no Oásis Bahariya no meio do deserto do Saara (R$12,60).

o buraco azul de Dahab

Para se locomover é fácil encontrar ônibus para todas as cidades, e com certa qualidade. saindo do Cairo os preços médios são: para Alexandria R$9,40 para Oásis Bahariya R$9,40, para dahab R$14,10 e para Luxor R$18,81.

É claro que existem muitos lugares interessantes para se conhecer no Egito, mas aqui estão uma idéia do custo de vida nas bandas de lá! É caro a passagem de avião, mas uma vez lá tudo é tão barato que vale a pena. Próxima parada: República Tcheca. Até lá!

o Nilo e as esfínges submersas em Aswan





Grande Pechincha capítulo I – Bolívia

1 12 2009

Olá! Como falei anteriormente existem vários destinos incríveis e com preços bastante acessíveis, o que torna mais fácil realizar o sonho de viajar pro exterior. É claro que a maioria dessas “bagatelas” são em países mais exóticos e que meu foco é para os mochileiros (com ou  sem experiência), portanto, não é o casdo de somente  economizar, mas também é preciso ter jogo de cintura e bom humor para disfruta das dicas!

Para começar um de nossos vizinho mais fascinantes, e um dos principais destinos de mochileiros do mundo todo, a Bolívia

A capital La Paz

. Com quase 70% de seu território cravado no meio dos Andes o país governado por Evo Morales aglutina tradições indígenas, muitas cores e sabores, além de visual capaz de derrubar o queixo de qualquer um. E, por ser uma das economias menos desenvolvidas do continente tem preços bem interessantes para nós brasileiros.

Para começar é preciso decidir comochegar, é claro que o meio mais rápido e o mais seguro é de avião. A TAM é a principal empresa ligando os dois países e saindo de São Paulo para a capital La Paz é possível achar vôos ida e volta a partir de R$878,75, ou ir para Santa Cruz de La Sierra, por R$ 940,01, saindo do Rio existem três vôos semanais da para La Paz por R$ 1687,48 (todos os valores não incluem taxas).

Outra forma menos ortodoxa é chegar pelo trem Expresso entre Quijaro (na fronteira com Corumbá-MS) com Santa Cruz de La Sierra, valores entre R$11,30 e R$27,00 são três por semana, mas o detalhe é o nome carinhoso que ele é conhecido: Tren de la muerte. Mas o principal motivo deste apelidao sinistro está mais pelas dificuldades em viajar confortavelmente e os atrasos no horário do que risco de comprometer sua integridade física. É claro que essa opção inclui chegar em Corumbá primeiro.

a Lagoa Branca na região de Uyuni

Bom, chegando na Bolívia as principais cidades são a capital La Paz, a cidade mais alta do mundo Potosí, Uyuni que é um vilarejo no meio do deserto de sal, Santa Cruz de La Sierra, Sucre, Cochabamba e Copacabana, na beira do lago Titicaca. Pelo hostelworld é possívle reservar albergues que são bem em conta, mas é bom sempre ter cuidado pois não é difícil encontrar lugares com roupas de cama em péssimo estado, é uma boa idéia leva seu saco de dormir pra garantir. Segue abaixo uma idéia de preços que você encontra nos albergues bolivianos:

La Paz – R$11,80

Cochabamba – R$18,40

Copacabana – R$10,10

Potosí- R$10,40

Uyuni – R$11,50

Santa Cruz de la Sierra – R$7,45

Sucre – R$7,45

E locomover-se de uma cidade pra outra também é bastante em conta. De ônibus desde a capital para Cochabamba R$8,70 (7 hrs), Potosí R$12,18 (11hrs), Santa Cruz R$26,10 (18hrs), Sucre R$20,88 (14hrs) e Uyuni R$17,40 (13hrs). Só lembrando que o conforto também não é o carro-chefe neste ponto e as estradas bolivianas são bem precárias e cruzam os andes de lá pra cá e de cá pra lá, mas toda a paisagem compensa.

Lago Titicaca entre a Bolívia e o Peru

Por último, mas não menos importante é a alimentação com preços médios entre 4 a 7 reais os restaurantes na Bolívia são sempre um convite para comer além da conta, mas o grande problema é a maneira que estes alimentos são preparados e a higiene do local. É extremamente recomendado ter bom-senso.  E eviter comer nas barracas de rua e frutas sem ter a certeza de que foram muito bem lavadas.

Lembrando que aqui o principal motivo do post é mostrar que viajar pode sr bem barato, mas as dicas de onde ir e o que fazer fica para uma próxima edição. E lembrando que esta é apenas a primeira pechincha, no próximo post Egito! Até lá!





Uma pechincha – a série

29 11 2009

Olá! Eu sei que ando demorando a postar, mas é que o tempo está um pouco curto estes dias! E ainda por cima estou preparando o especial literário do contos em que as histórias se passam nos lugares que visitei. E como especial desta semana escreverei sobre as melhores pedidas pra quem quer viajar mundo a fora e gastar o mínimo. Sim existe um número considerável de destinos interessantes e com preços bem camaradas. E este será o tema dos próximos posts. Os primeiros países serão: Bolívia, República Tcheca, Egito, Síria, Camboja e Vietnã. Se você tem alguma outra sugestão é só avisar! Então preparem-se!





Feriadão Clichê 2 – dias na serra

24 11 2009

Olá! Como falei no último post este feriadão da consciência negra eu estaria hospedado em um hotel fazenda na região serrana do Rio, em Teresópolis para ser exato.  Então vamos aos acontecimentos da ocasião.

Sexta-feira dia 20/11 um calor sufocante no Rio de Janeiro e a minha esperança estava depositada na possibilidade de que há uns 1000 metros de altitude a temperatura estaria mais amena, ledo engano. Após duas horas de viagem chegamos ao Vitória Garden, que fica na rodovia Tresópolis – Friburgo, e a minha primeira impressão foi bem legal, pois o local era bonito, e por fora as acomodações prometiam.

Mas foi só. prometiam mas não cumpriam muito. Minha primeira preocupação era me enturmar, pois o passeio era uma espécie de excursão dos professores da Universidade que minha madrinha trabalha, e fui convidado para ir junto. Pra mim já era certo não terninguém dentro de minha faixa etária, exceto pelo meu irmão do meio (pelo menos tinha alguém pra jogar ping-pong). Não posso negar que o grupo que foi era animado, mas mesmo assim não era a mesma coisa.

Ao fazer o check-in no hotel uma certa dificuldade em definir o quarto, pois a principio ficamos destinados ao um dos chalés que ficavam na parte mais alta do local, e muitos lances de escada além das áreas comuns do estabelecimento. E como minha avó, uma senhora de 86 anos, estava junto fomos solicitar a mudança para um quarto melhor posicionado, efoi como mudar da água pro vinho. Este novo ficava no primeiro andar das acomodações e ainda tinha uma boa varanda com vista pra colina.

A sexta não reservou muitas atividaes pois já chegamos no fim da tarde. Só restou a opção de irmos para a piscina térmica, uma espécie de banheirão dentro de um gazebo, mas como tínhamos no grupo um  número considerável de crianças ávidas por um mergulho, em menos de 10 minutos a situação ficou insustentável com a galerinha pulando e gritando num espaço reservado pro relaxamento. Nos restou migra pro salão de jogos.

Na hora da janta até que mesurpreendi com  qualidae dos pratos servidos e sua variedade, minha maior preocupação por ser vegetariano. Ao fim da refeição não sobrava muita coisa  a fazer a não ser subir pro quarto, uma banho revigorador e me entrgar ao sono dos justos.

Sábado amanheceu com um sol de lascar. E o local pra se estar era  a piscina principal, nos pés da colina verdejante que ocupa a maior parte do terreno do hotel. Para facilitar a vida dos hóspedes existe um plano inclinado para levar e trazer quem quiser aproveitar o dia se refrescando na água gelada.

Aliás, as opções de lazer são satisfatórias, o que fica muito aquém das expectativas é o serviço. Nos dois primeiros dias de nossa estadia (sexta e sábado) foi uma dificuldade enorme conseguir beber qualquer coisa gelada, pois nenhum funcionário se preocupou em colocar cerveja, refrigerante, sucos e água pra gelar antes que nós chegássemos. E nos bar o funcionário responsável se ausentava diversas vezes deixando os hóspedes de garganta seca.

E o maior erro da administração era a falta de um guardião na piscina, que inclusive tem um grande toboágua e com a quantidade de crianças dispostas a escalar o tal inúmeras vezes ficou desagradável ter que ouvir os pais gritando toda hora para regular as atividades de seus “pimpolhos’ já que não havia nenhum responsável pela organização e ordem de descida no brinquedo aquático.

Sábado à noite a atração foi um jantar italiano, comida boa, mas tinha aquele cantor acompanhado de um teclado, nada mais cafona.  E foi isso. novamente a opção era ir pra cama após a janta.

Domingão só restava torrar mais um pouco debaixo do sol da serra e desta vez beber cerveja gelada e aproveitar o papo à beira da piscina. Subimos de volta pro restaurante pra almoçarmos e depois seguir pros quartos arrumar as coisas e voltar pra casa.

Em resumo, não foi o fim de semana dos sonhos, mas com certeza foi a minha melhor opção para este feriadão. E no fundo mesmo achando que seria um programa de índio, mas nem tanto, apesar de o próprio hotel ter uma aldeia!





Feriadão clichê

19 11 2009

Olá! Eu sei que minhas aventuras são sempre de mochilão e que vivo defendendo o lado viajante de ser, mas neste feriadão terei uma experiência bem turista! Fui convidado para passar todo o fim de semana prolongado em um hotel fazenda em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro.

No programa estão inclusas atividades como vôlei, sauna, piscina, cachoeira, caminhadas, passeio a cavalo e possivelmente uma festa temática. Por isso o próximo post será somente semana que vem com um resumo deste programa bem família. Afinal ninguém é de ferro!





Abrindo o leque sulamericano

17 11 2009

em Montevidéu em muitos lugares as pessoas te atendem em português e você pode até usar o real pra pagar a conta

Olá!

Depois de quase um semana sem post eis-me aqui novamente. E hoje pra falar sobre uma mudança, ou pelo menos a tentativa de mudar, no mapa de destinos da América do Sul. Todos devem estar mais que acostumados a ver anúncios em jornais e revistas sobre pacotes de viagens para Machu Picchu e Cuzco no Peru, a Região dos Lagos e Vulcões no Chile, inúmeros destinos na Argentina, desde compras em Buenos Aires até cruzeiros que vão até o fim do mundo em Ushuaia, e a Bolívia é uma espécie popstar dos mochileiros. E claro sem esquecer o principal destino dos turistas estrangeiros neste cantinho do mundo: o nosso Brasil.

O que talvez nem todos tenham reparado é o crescimento de publicidade e, é claro, investimento em estrutura turística em três de nossos vizinhos menos badalados. Uruguai, Paraguai e Colômbia querem um pedaço desse bolo que a cada ano cresce mais e é uma das indústrias mais lucrativas, o turismo.

Com novos resorts e políticas de desenvolvimento turístico nossos hermanos menores estão de olho no povo que atravessa oceanos para visitar as maravilhas abaixo da linha do Equador, mas que por falta de informação ou preconceito acabam deixando de lado países que também tem muito o que mostrar.

Comecemos pelo Paraguai que com o estigma de “Meca” dos sacoleiros acabou jogado pra escanteio e é o país sulamericano com menor taxa e visitação estrangeira. E isso se reflete quando você dá uma olhada no guia para a América do Sul feito pelo Lonely Planet, não há nada aparentemente interessante por lá. Mas desde o fim de 2008 o governo paraguaio resolveu mudar um pouco isso e a inauguração de um resort e golf club na capital Assunção fez com que o país começasse a figurar como destino chique para quem quer curtir uma semana de lazer, realxamento e um pouco de golf. Além disso, há ainda o destaque das ruínas de missões jesuítas no sul, na região de Itapúa.

as ruínas de Trinidad são um dos destaques do Paraguai

Outro pequeno que tenta crescer no turismo é o Uruguai, que por um lado sempre teve Punta del Este no imaginário brasileiro e é tido como um dos principais destinos de luxo do continente. Mas além da pequena enseada a República Oriental do Uruguay tem se preparado cada vez mais pra receber os estrangeiros, e em especial nós brasileiros, com um número cada vez maior de pessoas falando portugês e lugares aceitando o real como forma de pagamento faz com que seja muito fácil flanar pelo nosso vizinho do sul. E o governo através do ministério de cultura e esporte também tem investido bastante na promoção da imagem do país como destino turístico.

Por último e não menos importante temos a Colômbia que ainda sofre com o estigma de perigosa por causa dos conflitos internos entre o governo e as FARCs o que fez deles um lugar onde ninguém pensa em visitar, mas muita coisa mudou e hoje o slogan do ministério do turismo é “o perigo é você querer ficar“. E realmente não faltam motivos pra visitar a Colômbia. A capital Bogotá é cosmopolita e cheia de opções culturais e de agito noturno. o Carnaval e Barranquilla, os cafezais ao longo da costa oeste e a pérola do Caribe colombiano Cartagena das Índias são ótimos motivos pra você deixar o preconceito de lado e aproveitar a hospitalidade de um dos povos mais legais do mundo. Sim, nós brasileiros somo simpáticos, carismáticos e festeiros, mas os colombianos são tão assim ou mais que nós e vai valer a pena!

um pequeno panorama de Cartagena das Ìndias, no caribe colombiano

E você já esteve em algum desses países conta como foi! Até o próximo.